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13/05/2024

MINISTÉRIO INTEGRA EQUIPAMENTOS PARA MELHORA CUIDADOS DE SAÚDE

A SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde está a reforçar as Unidades locais de Saúde (ULS) e os Institutos Portugueses de Oncologia (IPO) com equipamentos de teleconsulta e telemonitorização, tendo por objetivo impulsionar a prática da telessaúde no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e, deste modo, melhorar o acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde.

Com um investimento inicial de 580 mil euros, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na sua componente da Transição Digital na Saúde, a SPMS tem vindo a distribuir câmaras e auscultadores, tablets, tensiómetros e glucómetros. Estes equipamentos vão garantir as condições técnicas necessárias para a prestação de cuidados de saúde à distância, capacitando as unidades para a utilização das plataformas de telessaúde do SNS, desenvolvidas pela SPMS. Mais de 12 mil equipamentos já foram distribuídos na ULS Amadora/Sintra, ULS de São José, ULS de Santa Maria, ULS do Médio Tejo e ULS do Oeste. Seguem-se as Unidades Locais de Saúde de Loures-Odivelas, do Litoral Alentejano e do Algarve.

As unidades de saúde contam com o apoio da SPMS para a implementação de serviços, nomeadamente suporte específico para teleconsulta, telemonitorização e telereabilitação. São também disponibilizadas sessões de formação online, aos profissionais de saúde, através da Academia SPMS.

De acordo com a SPMS, o aumento significativo das teleconsultas realizadas pela plataforma “Live”, com um aumento de mais de 240% nos primeiros meses de 2024 em comparação com o ano anterior, demonstra a confiança dos profissionais de saúde e dos utentes nessa modalidade de atendimento.

Até o final do primeiro semestre de 2024, está prevista a conclusão da distribuição dos equipamentos em todo o país, fortalecendo a capacidade tecnológica do SNS e promovendo a utilização de soluções digitais. A telessaúde oferece conveniência, eficiência e segurança tanto para os profissionais quanto para os utentes.

Além disso, a plataforma Telemonitorização SNS, agora denominada Telecuidados SNS, foi alvo de um upgrade tecnológico significativo, oferecendo mais funcionalidades, como a prescrição de exercícios do Plano Integrado de Telecuidados, o agendamento de sessões remotas de reabilitação e uma melhor interação entre profissionais de saúde e utentes.

    06/05/2024

    MINISTÉRIO DA SAÚDE AVALIA PROBLEMA DA ESCASSEZ DE MEDICAMENTOS

    Os recursos humanos na área da Saúde foi o tema de abertura dos trabalhos da reunião informal dos ministros da Saúde da União Europeia (UE), que decorreu esta terça e quarta-feira, em Bruxelas.

    Portugal fez-se representar pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, que integrou, pela primeira vez, o Conselho Emprego, Política Social, Saúde e Consumidores da UE.

    “É com grande prazer que me junto a vós, hoje, pela primeira vez. Espero poder contribuir com minha experiência e minha dedicação para o avanço de iniciativas na área da saúde. Podem contar, também, com o meu compromisso para promover uma mais estreita colaboração a nível nacional e europeu”, disse a governante.

    Os Estados-membros enfrentam uma crise de recursos humanos no sector da Saúde. A procura de cuidados clínicos tem vindo a aumentar devido a fatores como o envelhecimento da população e o aumento das doenças crónicas, levando à escassez de profissionais de saúde em todos os países da União.

    Criar condições de empregabilidade mais flexíveis e motivadoras, apoiar e congregar o espírito ético e profissional de todos os que trabalham no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e no sistema de saúde português são compromissos assumidos pelo XXIV Governo Constitucional, que pretende avançar com um Plano de Motivação dos Profissionais de Saúde – destinado a valorizar todos os profissionais envolvidos na prestação dos cuidados de Saúde, em particular no SNS.

    Portugal partilha da prioridade da presidência belga da UE para o desenvolvimento de uma estratégia comunitária focada no planeamento, partilha de boas práticas e na formação dos profissionais de saúde.

    A reunião do Conselho debruçou-se ainda sobre as questões relacionadas com a escassez de medicamentos na UE e necessidade de reforçar as cadeias de abastecimento, sobretudo para medicamentos críticos. Neste âmbito foi lançada a Aliança para os medicamentos Críticos com o objetivo de se estabelecerem medidas para acautelar a disponibilidade de fármacos essenciais, nomeadamente para doenças crónicas.

    A Ministra da Saúde realçou a importância de uma estratégia coordenada nesta matéria para combater as vulnerabilidades existentes na Europa, prevenindo impactos negativos sobre o sistema de saúde e o acesso a medicamentos por parte dos doentes.

    A Europa enfrenta, hoje em dia, uma forte dependência em termos de produção farmacêutica de países como a Índia e a China, identificando-se como prioritárias medidas estruturais que permitam desenvolver uma componente indusTrial enquanto objetivo da União Europeia da Saúde. A reunião abordou ainda a coordenação entre Estados-Membros para mecanismos de aquisição conjunta e constituição de reservas de medicamentos como forma de reforçar a capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

      29/04/2024

      O MINISTÉRIO DA SAÚDE INICIA AVALIAÇÃO DE PROPOSTAS DAS ORDENS PROFISSIONAIS

      O Governo vai avaliar nos próximos dois meses as propostas apresentadas à ministra da Saúde pelas ordens profissionais, que demonstraram preocupação com a resposta assistencial do Serviço Nacional de Saúde (SNS), anunciou esta segunda-feira a ministra.

      “Todas as propostas que nos fizeram chegar formalmente serão agora avaliadas, uma a uma, nos próximos dois meses, porque parte delas não depende só do Ministério da Saúde, depende do Governo como um todo”, afirmou aos jornalistas Ana Paula Martins, depois de se ter reunido com as ordens dos Médicos, Enfermeiros e Farmacêuticos.

      A ministra explicou que é preciso que cada uma das propostas “seja avaliada no seu impacto a todos níveis”.

      “O prazo de dois meses não é um prazo do Ministério da Saúde. O prazo de dois meses é o prazo que Ordem dos Médicos, nas suas propostas, deu ao Ministério da Saúde para podermos responder àquilo que era o seu apelo à colaboração“, esclareceu.

      Todavia, Ana Paula Martins garantiu que em 60 dias haverá uma resposta para as ordens.

      “No prazo de 60 dias conseguiremos dizer às ordens quais são as matérias em que esperamos a colaboração das ordens e quais são as matérias onde, naturalmente, com um calendário e com um acordo para a legislatura, poderemos caminhar”, realçou.

      De acordo com a governante, todas as ordens estão preocupadas com a resposta assistencial do SNS.

      A equipa do Ministério da Saúde iniciou esta segunda-feira um conjunto de reuniões com as ordens profissionais do setor, numa semana marcada também pelo arranque das negociações com os sindicatos.

        22/04/2024

        SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE INVESTE EM TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

        A ULS – Unidade Local de Saúde do Oeste viu aprovadas quatro candidaturas ao Sistema de Apoio à Transformação Digital da Administração Pública (SAMA) promovida pela Agência para a Modernização Administrativa, que representa um financiamento de apoios públicos superior a dois milhões de euros. Em comunicado enviado ao ALVORADA, a ULS do Oeste explica que no âmbito das candidaturas aprovadas foram concluídos diversos projetos de transformação digital e de qualidade.

        Foram implementados os seguintes projetos:

        “CHOeste 4all”, com um investimento total de 603.881,63 euros, que incidiu na modernização da prestação de cuidados, como a desmaterialização do processo clínico nas especialidades da cardiologia e otorrino, induzindo uma melhoria no desempenho organizacional e na capacidade de resposta às necessidades dos utentes.

        “+CHO Na senda da qualidade”, que representa um investimento 142.860,34 euros, a implementação assentou no objectivo da melhoria da qualidade, com implementação das seguintes metodologias: Metodologia LEAN e a aplicação de Metodologia de Avaliação da Satisfação de Utentes.

        “CHONNECT”, com quatro grandes eixos de intervenção: Gestão do Bloco Operatório (Consumos); Gestão de Stocks; Gestão de Camas do Internamento e Upgrade Funcionalidades VNA – melhoria ‘workflows’ (fluxos de trabalho) dos Departamentos Clínicos. A implementação desta operação visou implementação de soluções de optimização da utilização dos recursos e desmaterialização, mediante a disponibilização de ferramentas de gestão interna dos serviços de aprovisionamento, bloco operatório e internamento, com um investimento total de 691.490,97 euros.

        “CHOESTE Sem Papel”, que visou desmaterializar, integrar, transformar e racionalizar digitalmente processos, com o objectivo de melhorar a eficiência, eficácia e aumento da qualidade dos serviços para os utentes, tendo ainda impacto em termos de redução de custos e tempo de resposta, incidiu na desmaterialização, integração, transformação e racionalização digitalmente dos processos, com o objectivo de melhorar a eficiência, eficácia e aumento da qualidade dos serviços para os utentes, tendo ainda impacto em termos de redução de custos e tempo de resposta, nas áreas clínicas como a Anestesiologia e Consulta da Dor, Ginecologia/Obstetrícia, Cardiologia, Pneumologia, Segurança Transfusional, Dietética, Medicamento e Termos de Responsabilidade, com um investimento total de 612.669,95 euros.

          15/04/2024

          SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE REABILITA UNIDADES DE SERVIÇO

          O Secretário de Estado da Saúde visitou, no passado dia 15 de março, os investimentos em curso na Unidade Hospitalar de Bragança, nomeadamente as obras de requalificação em curso na Maternidade, no valor de 712 mil euros, tendo em vista a criação de melhores condições, com mais conforto e segurança, para utentes e profissionais no Serviço de Ginecologia e Obstetrícia.

          As obras realizadas no âmbito do projeto de Eficiência Energética, com impacto ao nível da modernização e melhoria da eficiência das instalações, também fizeram parte do percurso da visita, que continuou até ao novo Bloco Operatório, novo Serviço de Patologia Clínica e nova Central de Esterilização, que vão passar a ter instalações com tecnologia avançada, tendo em vista a melhoria da qualidade dos serviços disponibilizados à população.

          A visita terminou no Serviço de Medicina Intensiva, recentemente ampliado, que é uma referência nesta área de cuidados no interior do País.

          A visita à ULS do Nordeste enquadra-se na estratégia de valorização do Serviço Nacional de Saúde, que contempla a realização de investimento ao nível do capital humano e das estruturas físicas, tendo em vista o fortalecimento dos serviços de saúde para garantir uma melhor resposta às necessidades da população.

            08/04/2024

            ECOSSISTEMA SEGURO DE DADOS DA SAÚDE IMPLEMENTADO NO SNS

            A Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra está a criar um Ecossistema Seguro de Dados de Saúde pronto a ser utilizado por investigadores e parceiros para projetos de investigação e desenvolvimento de algoritmos para inteligência artificial e, assim, contribuir para a integração da organização no futuro Espaço Europeu de Dados de Saúde, anunciou a instituição, em comunicado.

            A ULS de Coimbra começou 2024 com a execução e arranque de diferentes iniciativas de dados em saúde, como a Rede EHDEN e os projetos Testing and Experimentation Facilities (TEF Health) ou o Data Governance and User privacy envisioning na European Health Data Space (GUEHDS) com parceiros Europeus.

            “Muitas vezes, somos confrontados, na área da Saúde, com desafios que dificultam o progresso da investigação, pondo em causa os benefícios para os pacientes e as comunidades”, destaca Alexandre Lourenço, Presidente do Conselho de Administração da ULS de Coimbra, acrescentado que “estes projetos alinham-se com a visão estratégica da ULS Coimbra de contribuir para o Ecossistema de Dados de Saúde Português e liderar a implementação do futuro Espaço Europeu de Dados de Saúde”.

            No início do ano, a ULS Coimbra integrou formalmente a Rede de Dados European Health Data and Evidence Network (EHDEN), ligada à Agência Europeia do Medicamento e Federação Europeia da Indústria e Associações Farmacêuticas (EFPIA). Em colaboração com a empresa portuguesa Promptly Health, a organização concluiu a harmonização das suas bases de dados de acordo com um dicionário comum de dados de saúde denominado OMOP.

              01/04/2024

              ACTUALIZADAS LISTAS DE PREÇOS DE MEDICAMENTOS E PRÓTESES NO REGIME CONVENCIONADO

              A atualização pela ADSE de alguns preços de medicamentos e próteses intraoperatórias entrou ontem em vigor, de acordo com o que está previsto nas regras gerais da tabela do regime convencionado.

              Esta nova atualização segue-se à revisão da tabela do regime convencionado, que entrou em vigor em março e que representou aumentos nos copagamentos em várias consultas, como psiquiatria, pediatria e obstetrícia.

              “A Tabela do Regime Convencionado, prevista entrar em vigor a 01 de maio, contempla apenas a fixação de preços máximos de alguns medicamentos e de algumas próteses intraoperatórias, além da melhor valorização de catorze técnicas cirúrgicas de ponta, designadamente laparoscopia, robótica, laser, tesoura ultrassónica, neuronavegação, entre outras”, disse à Lusa fonte oficial da ADSE.

              De acordo com a mesma fonte, esta nova atualização passa também a incluir “um inovador meio de diagnóstico para o cancro do pulmão, que inclui broncofibroscopia e ecoendoscopia brônquica para avaliação morfológica dos gânglios do mediastino e respetiva biópsia”.

              Numa nota publicada no ‘site’, o instituto de proteção e assistência na doença dos funcionários públicos informa que “as atualizações dos medicamentos oncológicos e das próteses intraoperatórias continuam a não apresentar qualquer custo para os beneficiários, sendo integralmente financiados pela ADSE”.

              Em 09 de março, a ADSE considerou que a revisão da tabela de preços do regime convencionado era “inevitável e urgente”, após o Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da ADSE e sindicatos terem criticado o impacto da medida para os beneficiários.

              “A revisão operada mostrou-se inevitável e urgente, face aos crescentes e sucessivos aumentos dos bens e serviços de saúde. Mas não só. Se por um lado os beneficiários reportavam à ADSE dificuldades e impedimentos no acesso a cuidados de saúde, por outro os prestadores reclamavam dos valores pagos pela ADSE por certos e determinados atos médicos, por estarem abaixo dos preços praticados no atual contexto de inflação e não cobrirem os seus custos reais”, explicou na altura a ADSE.

              Segundo o instituto, esta situação fez com que alguns atos médicos estivessem a ser removidos das convenções e faturados aos beneficiários em regime livre, o que “provocava uma enorme instabilidade e descontentamento junto dos beneficiários”.

              “É neste enquadramento que a ADSE teve de intervir, revendo transversalmente a tabela de preços em 5% e em maiores percentagens as áreas de radiologia (RX, TAC, ressonâncias magnéticas, ecografias, etc.), cirurgia (área da urologia, ginecologia e otorrino) e certas consultas de especialidade (pediatria, oncologia, ginecologia, obstetrícia, psiquiatria, reumatologia e dermato-venereologia)”, continua o instituto.

              No documento, a ADSE refere que o instituto “continua a chamar a si 80% do aumento, cabendo aos beneficiários 20%”.

              Segundo um parecer do CGS, as novas tabelas da ADSE traduzem-se num aumento de 7,75 milhões de euros na despesa dos beneficiários e devem ser “suportados integralmente” pela ADSE.

                25/03/2024

                PUBLICADA LISTA DE TRANSIÇÃO DAS UNIDADES LOCAIS DE SAÚDE

                Em cumprimento do n.º 8 do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 102/2023, de 7 de novembro, publicam-se os projetos de lista nominativa de transição de trabalhadores para as Unidades Locais de Saúde, E.P.E. identificadas no artigo 1.º do mesmo diploma, aprovados por despacho de Sua Excelência o Secretário de Estado da Saúde, de 19.12.2023.

                Mais se informa que, em observância do disposto no artigo 121.º e 122.º do Código do Procedimento Administrativo, os trabalhadores têm direito a pronunciar-se sobre o teor do respetivo projeto de lista mediante requerimento a dirigir ao Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde, I.P. territorialmente competente, no prazo de dez dias úteis contados da sua notificação.

                ULS do Alto Ave
                ULS do Alentejo Central
                ULS do Algarve
                ULS do Alto Alentejo
                ULS do Alto Minho
                ULS do Arco Ribeirinho
                ULS de Almada Seixal
                ULS de Amadora/Sintra
                ULS de Braga
                ULS Baixo Alentejo
                ULS de Barcelos/Esposende
                ULS do Baixo Mondego
                ULS de Coimbra
                ULS da Cova da Beira
                ULS de Castelo Branco
                ULS de Entre Douro e Vouga.

                  18/03/2024

                  ENTIDADES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE ASSINAM MEMORANDOS DE ENTENDIMENTO

                  A Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Ave, promoveu assinatura de memorandos interinstitucionais com o objetivo de criar uma estratégia colaborativa entre instituições com ação complementar no terreno, por forma a gerar valor e proximidade para o projeto da nova Unidade Local de Saúde do Alto Ave, EPE.

                  Os memorandos de entendimento para a constituição do Ecossistema Colaborativo e Multimodal em Saúde do Alto Ave, entre 21 instituições, foram assinados 26 de fevereiro, na BlackBox do Centro Internacional de Arte José Guimarães, em Guimarães.

                  As instituições que estabeleceram este protocolo com a Unidade Local de Saúde do Alto Ave, foram as seguintes:

                  Instituições Académicas e de Investigação, Desenvolvimento e Inovação CESPU, Escola de Medicina da Universidade do Minho, Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho, PTRICN (Rede Nacional de Infraestruturas de Investigação Clínica), Universidade Portucalense Infante D. Henrique Terceiro Setor: Social, Solidário e da Saúde Santa Casa da Misericórdia de S. Miguel de Refojos – Cabeceiras de Basto, Irmandade da Misericórdia de São Bento de Arnóia – Celorico de Basto, Santa Casa da Misericórdia de Fafe, Santa Casa da Misericórdia de Felgueiras, Santa Casa da Misericórdia de Guimarães, Santa Casa da Misericórdia de Mondim de Basto, Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso, Santa Casa da Misericórdia de Riba d’Ave e Santa Casa da Misericórdia de Vizela.

                  Entre os Municípios:

                  Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Câmara Municipal de Celorico de Basto, Câmara Municipal de Fafe, Câmara Municipal de Mondim de Bastos, Câmara Municipal de Vizela e Câmara Municipal de Guimarães – concomitantemente Presidente da Comunidade Intermunicipal do Ave.

                  De acordo com a ULS do Alto Ave, este é mais um projeto de grande proximidade entre várias instituições, com o objetivo de se criarem as sinergias ideais ao sucesso da nova ULS do Alto Ave, com vista à humanização dignificação e apoio social aos nossos pacientes, passando por estratégias de modernização tecnológica e digital entre as suas 41 instituições de saúde, nomeadamente em três projetos nucleares: A Cirurgia Robótica, A Medicina de Precisão através de Centros de Simulação Médica e Gémeos Digitais, e, finalmente, o reconhecimento como Unidade Universitária, que é justificado pelo amplo trabalho no Ensino Universitário nas diferentes áreas da Saúde há já 20 anos.

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