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Tesera circular

10/06/2019

Finanças E Saúde Publicam Plano De Pagamentos Para A Liquidação De Dívida

O Governo aprovou um plano de liquidação de pagamentos em atraso no SNS que prevê pagar este ano 445 milhões de euros (M€) a fornecedores externos, a maior parte da dívida que será saldada até 2020.

O despacho conjunto do Ministério da Saúde e das Finanças, publicado esta quarta-feira, dia 29 de maio em Diário da República, estabelece os planos de liquidação dos pagamentos em atraso das entidades públicas empresariais (EPE) do Serviço Nacional de Saúde (SNS) existentes a 31 de dezembro de 2018, prevendo pagamentos a fornecedores ao longo dos próximos cinco anos.

O diploma aprova a calendarização do pagamento do valor total das dívidas em atraso, garantindo a sua liquidação total até 2020 a fornecedores externos.

No final de 2018, o valor dos pagamentos em atraso era de 855 M€, dos quais 538 M€ eram relativos a fornecedores fora da administração central do Estado.

A maior parte deste valor relativo a fornecedores externos será pago em 2019 – 445 M€. Parte desta dívida está a ser saldada desde o início do ano, na sequência de uma injeção de 282 M€, distribuída ao longo de sete meses. Este despacho aprova a calendarização do pagamento do valor total das dívidas em atraso, garantindo a sua liquidação total até 2020 a fornecedores externos. As dívidas dentro da administração central começam a ser saldadas a partir de 2020.

Esta iniciativa, em conjunto com o reforço orçamental que ocorreu em 2019, vai permitir que as EPE integradas no SNS tenham maior flexibilidade em assumir compromissos num quadro sustentabilidade, responsabilidade e transparência financeira.

*In SNS Notícias de Saúde

    30/05/2019

    Arranca Sistema De Fiscalização Da Boa Execução Dos Contratos

    Conforme previsto na Reforma do Código dos Contratos Públicos (CCP) em que se poderiam aplicar sanções de impedimento de contratar nos casos em que o co-contratante, tenha reiteradamente incumprido com a as suas obrigações contratuais vêm alguns hospitais, no caso concRETOI Centro Hospitalar Tâmega e Sousa, EPE (CHTS) comunicar que passará a utilizar o Supplier Truster para realizar as avaliações dos seus fornecedores.

    Por forma a simplificarmos o processo de avaliação da sua empresa, caso ainda não esteja registado nesta plataforma, convidamo-lo a aderir de forma gratuita ao Supplier Truster.
    Sempre que existir uma avaliação ser-lhe-á atribuída uma classificação, podendo ocorrer a qualquer momento ou ser agendada.
    O processo de avaliação compreende várias fases e critérios definidos especificamente pelo CHTS.

    Para tanto recomenda o referido hospital a adesão ao serviço por meio das seguintes coordenadas:

    Recorra à ajuda Supplier Truster através do número – 707 202 712, ou registe-se desde já através do link: http://suppliertruster.vortal.biz/Signup:

         

    Desenvolver relações de confiança ao encontro das nossas expectativas

    Avaliações transparentes e regulares da sua atividade

    Possibilidade de melhoria contínua

     

    Este sinal da administração pública na área da saúde não é de somenos importância visto que, o actual CCP prevê sanções pesadas para os fornecedores entre, as quais o impedimento de contratar,  a qual pode ser aplicada por um período máximo de dois anos e que consiste na proibição de participar, como candidato, como concorrente ou como membro de agrupamento candidato ou concorrente, em qualquer procedimento adotado para a formação de contratos públicos, quando a gravidade da infração e a culpa do agente o justifiquem.

      23/05/2019

      Ministra Defende Na Assembleia Geral Da OMS A Transparência No Mercado Das Tecnologias Da Saúde

      A Ministra da Saúde interviu na 72ª Assembleia Geral da Saúde promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e defendeu que «Deve ser promovido um debate construtivo e consequente entre a indústria, os governos e outras entidades», disse Marta Temido.

      A Ministra da Saúde Marta Temido defendeu hoje a introdução de medidas e de ferramentas que aumentem a transparência no mercado dos medicamentos e das tecnologias da saúde em geral.

      Durante uma sessão sobre acesso a medicamentos, vacinas e produtos de saúde, à margem da 72.ª Assembleia Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Marta Temido considerou que este é um tema «relevante e emergente, que nos afeta a todos». O acesso equitativo e efetivo a medicamentos inovadores, especialmente àqueles para os quais não existem alternativas terapêuticas ou que trazem benefícios significativos, «é uma responsabilidade que nos une a todos».

      Para responder à pressão contínua de adotar novos medicamento e garantir que são custos efetivos é essencial um trabalho conjunto. «Este cenário incita os países a procurar soluções para um equilíbrio entre o acesso a medicamentos inovadores, a segurança no tratamento e a sustentabilidade financeira».

      Reconhecendo a importância de estimular a investigação, Marta Temido , insistiu que é preciso, no entanto, saber «os custos da Investigação e desenvolvimento e qual o seu impacto nos preços finais dos medicamentos, em particular nos casos em que é financiada e conduzida pelos Estados», em nome da boa governação e do respeito pelos cidadãos contribuintes.

      A Assembleia Geral da Saúde decorre em Genebra, na Suíça, entre 20 e 28 de maio, reunindo delegações de todos os Estados membros da OMS. As principais emergências em matéria de saúde pública, a cobertura universal, nomeadamente através do acesso aos cuidados de saúde primários ou a saúde dos refugiados e dos migrantes são alguns dos temas em agenda.

       

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